terça-feira, 29 de setembro de 2009

"Antes você pagava pelo tratamento da água, hoje você paga pela água."
Grito

sábado, 26 de setembro de 2009

Click Arvore


O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de e-commerce.

De quem é a iniciativa ?

O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.


Como funciona ?

A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.




"Acreditamos que a nossa luta é hoje, agora e deve ser renovada a todo momento. Não podemos deixar para agir amanhã".

Leia e Repasse

Ensino Virtual

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP) projeto do governador José Serra (PSDB) se apresenta para o governo estadual como a possibilidade de democratização e ampliação das vagas no ensino superior, inicialmente com cursos de formação de professores para suprir a carência em algumas disciplinas e posteriormente abrangerá outras áreas.

Projeto voltando a utilização do ensino à distância (EàD) utilizado em alguns países em casos excepcionais como dificuldade de locomoção ou para presidiários terá na UNIVESP o uso em larga escala contendo 80% de aulas a distância, modelo de ensino qual o MEC fechou 15 mil vagas em 2008 de cursos EàD devido a má qualidade, sendo essa a principal via de ensino e não como um complemento nos quais são utilizados as tecnologias de informação e comunicação (TIC).

A propaganda de democratização do acesso a universidade pública é incoerente a UNIVESP não da as mesmas oportunidades de educação a todas as classes sociais, nem mesmo resolve a demanda crescente do ensino médio para a entrada na universidade pública.

Outra questão que deve ser colocada é o tripé Ensino-Pesquisa-Extensão, a UNIVESP não garante a formação na qual devemos seguir pesquisando no sentido de aplicar os conhecimentos na sociedade, mais exclui o ambiente universitário o relacionamento com alunos e professores sendo essa a solução fácil e barata encontrada para uma propaganda de criação de milhares de vagas nas universidades públicas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Video Geografia UFSCar-1ºSemestre 2009

video

Geologia

Conceitos

Geologia: Ciência da Terra, de seu arcabouço, de sua composição, de seus processos internos e externos e de sua evolução.
O campo de atividade da Geologia é por conseguinte, a porção da Terra constituída de rochas que, por sua vez, são as fontes de informações.
Entretanto, a formação das rochas decorre de um conjunto de fatores, químicos e biológicos, donde os interesses se entrecruzam repetidamente.

Litosfera:
Porção rígida da superfície da Terra que engloba a crosta e porções superiores do manto. Sua espessura é variável entre 15 e 160 km. As maiores espessuras são registradas nos continentes, e as menores, nos fundos oceânicos.

Astenosfera:Setor do material que ocorre abaixo dessas rochas apresentando temperaturas mais elevadas e grande dinâmica de fluxo. Seus limites atingem profundidade máxima de 700 km, onde se localiza o hipocentro mais profundo dos terremotos.
Tectônica de Placas :Teoria de tectônica global da Terra segundo a qual a litosfera é dividida em placas rígidas que se movem sobre a astenosfera, em um conjunto tal em que ocorre, por um lado, a formação de litosfera com geração de crosta oceânica e, por outro lado, consumo de litosfera pelo afundamento de placas que mergulham para dentro do manto, explicando, assim, a formação e expansão de oceanos associados a deriva continental e a origem e evolução das cadeias orogenéticas, respectivamente.

Geossinclinal:
Grande bacia geológica alongada que recebe a sedimentação de milhares de metros de espessura provinda das áreas positivas laterais. Segundo a teoria de origem e evolução das geossinclinais (Auboin,1965), por reações isostáticas e com tectônica proeminentemente vertical uma geossinclinal evoluiria para geanticlinal com a formação de cadeias de montanhas, como os Alpes, quando os esforços passariam a ser de compressão lateral levando as deformações e metamorfismo sinorogênico seguidos de empurrões com extensas falhas de cavalgamento (nappes) em direção às áreas estáveis cratônicas.
O termo, apesar de obsoleto face ao modelo geodinâmico atual e fartamente provado de tectônica de placas, ainda é usado no sentido de identificar áreas negativas de extrema mobilidade da crosta terrestre; além disso, os estudos de "geossinclinais" teve o mérito de sistematizar muitos aspectos importantes da geometria das estruturas orogênicas.

Fotos do Churras






domingo, 6 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Estado, espaço e acumulação na crise contemporânea

Este trabalho parte de uma questão posta pela realidade atual: a crise econômica mundial, percebida principalmente no que vem se denominando de financeirização da economia e, conjuntamente a esta crise, aquela do Estado nacional, ambas vistas na perspetiva mundial e, igualmente, na brasileira. Não há, no entanto, o objetivo aqui de se fazer um tratamento histórico ou puramente econômico do problema. Ao invés disso, o que se verá está mais próximo de um exercício teórico e analítico. Este se constitui, em primeiro lugar, de uma discussão aprofundada sobre os fundamentos da economia capitalista que, segundo se entende, são também os fundamentos da crise econômica atual. Em segundo lugar, para se refletir tanto sobre a crise econômica como sobre a política fazse uma reflexão sobre a produção do espaço e o papel do Estado no conjunto da sociedade capitalista. Em terceiro lugar, a conjunção entre o Estado e o capital se mostra identificável na análise do território nacional e seus fundamentos. Por último, o problema da crise atual é posto por meio de uma crítica à idéia de desterritorialização, crítica esta que leva à formulação da hipótese de uma territorialização abstrata, que seria característica da própria crise.

Palavras-chave: Acumulação. Capital. Crise. Espaço. Estado.

Autor: Murilo Medici Navarro da Cruz
Orientadora: Profª. Drª. Ana Fani Alessandri Carlos

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Leituras Mês de Setembro - Mundialização e Sociedade de Consumo

09/09 - Tema da aula: A Sociedade de Consumo: Histórico e Conceitos
Texto: RETONDAR,A. M. Sociedade de Consumo, modernidade e globalização.São Paulo:Annablume, 2007,pp.23-45(cap.1)


16/09 - Tema da aulka: A Sociedade de Consumo II: Os Espetáculos
Texto: DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo.São Paulo:Contraponto, 2004, pp.13-35. (cap I e II)
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30/09 - Tema da Aula: A Sociedade de Consumo III: A Força das Marcas
Texto: IORIO. B. Marca e sociedade de consumo.São Paulo: Escola de Comunicaçã e Artes, 204, 67p. (monografia de pós-graduação em Gestão estratégica)

Leituras Mês de Setembro - Geografia Humana do Brasil

08/09 - Tema da Aula: A Formação Territorial do Brasil (Rico)

Texto2: SANTOS,M. e SILVEIRA, M.L. Do meio natural ao meio técnico-científico e informacional. In: SANTOS, M. e SILVEIRA, M.L. Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI. Cap II, pp. 23-54.
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10/09 - Tema da Aula: A Organização do Território Brasileiro - 1850-1950 (Industrialização e Urbanização) (Rico)

17/09 - Tema da Aula: A Reorganização Produtiva do Território Brasileiro (Rico)

Leituras Mês de Setembro - Teoria e Método em Geografia

03/09 - A Ciência e a Filosofia

Texto3:LÖWY, Michael. Introdução (p. 7-14). In: As Aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchausen: marxismo e positivismo na sociologia do conhecimento. São Paulo: Ed. Busca Vida, 1987.
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Texto4: LEFEBVRE,Henri. Filosofia, cultura e teoria do conhecimento (p.77-80). In: LEFEBVRE,Henri. Lógica formal, lógica dialética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995


15/09 - Geografia como Ciência/ O Método (1)

Texto5: SANTOS,Milton. Os fundadores: as pretensões científicas (cap. 1, p. 29-44). In:SANTOS,Miltons. Por uma geografia nova:da crítica da geografia a uma geografia crítica.6ªEd.São Paulo:Edusp, 2008.

Texto6: SPOSITO,Eliseu Savério. A questão do método e a crítica do conhecimento. (p. 23-29). In: SPOSITO,Eliseu Savério. Geografia e Filosofia:contribuição para o ensino do pensamento geográfico.2ªEd.São Paulo:Edunesp,2004.


29/09 - Positivismo

Texto7: LÖWY,Michael. O positivismo ou o princípio do Barão de Münchausen. (p. 15-33). In: As Aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchausen: marxismo e positivismo na sociologia.São Paulo:Ed. Busca Vida, 1987
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Texto8:SPOSITO,Eliseu Savério. A questão do método e a crítica do conhecimento. (p.29-34). In: SPOSITO,Eliseu Savério. Geografia e Filosofia:contribuição para o ensino do pensamento geográfico.2ªEd.São Paulo:Edunesp,2004.